quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Texto sem nexo.


E nem mesmo o mais lindo alvorecer teria a audácia de se mostrar tão belo quanto minha tristeza.O sublimar das badaladas comportam-se bem diferente do que pulsa minha mente,coisa tão normal quanto a anormalidade do ser.Que vida,que dor! Ó,meu irmao,faça teu trabalho! Conforte-me! Acalente-me como o ninar aos braços da mãe amada.Não está aqui.Não está,não estou e não estamos,por fim.O plano vivente não está para o ser humano como o orvalho não está para a folha no verão.Mas que ironia,não? Quem ousa igualar-se a tua face,meu amor? Não há no mundo,não há como nem porque,não há eu e você.Mas há quem ame,chame,diga.Pode até ocorrer uma certa preocupação,mas nunca o amor.A solidificação de tal palavra corresponde ao meu ser,de forma exaltada.A alma mora dentro do coração? Não consigo dizer,uma vez que a dor recorrente no mesmo vêm dela,de fato.Está gritando,latejante.Lateja descompassadamente,aflito.Nunca conseguirá acalanto.

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